Segunda-feira, 26 de junho de 2017 -

Correios: atendimento à população segue normalmente em todo o País

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Os Correios estão operando normalmente em todos os Estados. A paralisação parcial dos trabalhadores dos Correios, que ocorre nesta quinta-feira (27), não afeta o atendimento à população. As agências estão abertas em todas as regiões do País e serviços como Sedex e Banco Postal estão disponíveis. Somente os serviços com hora marcada (Sedex 10, Sedex 12 e Sedex Hoje) estão suspensos.

O movimento concentra-se, principalmente, na área operacional. Mesmo assim, em algumas unidades, muitos empregados estão sendo impedidos, pelos sindicatos, de entrar em seus locais de trabalho. Os Correios já estão adotando as medidas necessárias, inclusive jurídicas, para resolver esses casos pontuais.

Levantamento parcial realizado na manhã de hoje mostra que 86,31% do efetivo total dos Correios no Brasil está presente e trabalhando – essa número é apurado por meio de sistema eletrônico de presença. Em Santa Catarina, 92,3% do efetivo está presente e trabalhando – o que corresponde a mais de 3600 empregados nos postos de trabalho em todo o Estado. Apenas 302 empregados (7,7%) aderiram à paralisação. Nas localidades com maior adesão à greve, os Correios estão aplicando o Plano de Continuidade de Negócios, que inclui ações como deslocamento de empregados entre as unidades e apoio de pessoal administrativo. Caso haja necessidade, a empresa também pode promover mutirões para entrega nos fins de semana.

Negociação — Apesar de a greve ser um direito do trabalhador, a empresa informa que está cumprindo todas as cláusulas do Acordo Coletivo vigente e que considera a paralisação, neste momento delicado pelo qual passam os Correios, um ato de irresponsabilidade, uma vez que está e sempre esteve aberta ao diálogo com as representações dos trabalhadores.

Os Correios esclarecem, ainda, que o movimento sindical reivindica, entre outras medidas, a reforma da Previdência e Trabalhista, que são temas de cunho constitucional e de políticas governamentais dos quais os Correios não possuem governabilidade, não havendo qualquer possibilidade de tais temas serem objetos de pautas de negociações entre a empresa e as entidades representativas dos empregados.

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