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Sexta-feira, 04 de dezembro de 2020 -

Novo acordo para pagamento das dívidas dos estados gera economia de R$ 2,1 bilhões para Santa Catarina

Governador disse, em Brasília, que parcelas estão suspensas até 2017.
‘Equilibra as contas do estado’, disse ele sobre a renegociação.

Após reunião entre governadores e uma equipe do Ministério da Fazenda, em Brasília, na tarde desta segunda-feira (20), o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, informou que houve um consenso sobre o pagamento da dívida dos estados, um meio termo entre o que o Governo Federal sugeria e o que os governadores clamavam.

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Colombo explicou sobre dívida renegociada dos estados com a União (Foto: Jaqueline Noceti/SECOM)

“Teremos uma melhoria muito significativa nas contas públicas e isso reequilibra a situação dos estados, que nos últimos meses têm sofrido muito com a queda de arrecadação. É uma proposta intermediária, um ponto de consenso, uma boa alternativa para o país, que simboliza um novo momento. Foi um grande avanço e estamos felizes com o resultado”, avaliou o governador Raimundo Colombo.

Em Santa Catarina, a economia gerada vai contribuir principalmente com as contas da área da Saúde, pasta que tem trabalhado com déficit. “Vai ajudar também no equilíbrio da folha de pagamento e contribuir na manutenção de nossa capacidade de investimento para seguir com todas as obras que estão em andamento. Santa Catarina ganha muito com as decisões acertadas hoje”, acrescentou Colombo.

Foram três reuniões ao longo do dia. Na primeira, pela manhã, o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, recebeu os integrantes do Fórum Permanente de Governadores na Residência Oficial de Águas Claras. No início da tarde, os governadores foram recebidos pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e, em seguida, pelo presidente em exercício Michel Temer. O secretário de Estado da Fazenda, Antonio Gavazzoni, e a secretária em exercício de Articulação Nacional, Lourdes Martini, acompanharam o governador Colombo nas reuniões.

O acordo firmado também prevê uma série de contrapartidas por parte do estados, como garantias para reequilíbrio dos gastos públicos. Colombo explicou, no entanto, que a maior parte das medidas agora oficialmente exigidas já vinham sido adotadas em Santa Catarina, como a reforma da previdência e o maior controle da folha de pagamento. “Uma outra medida é que os estados não podem gastar mais do que a inflação do ano anterior, uma decisão com a qual concordo e que merece ser apoiada para controle das contas dos estados”, acrescentou.

 

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