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Quarta-feira, 19 de dezembro de 2018 -

Dalirio pede financiamento emergencial ao BNDES para santas casas e hospitais filantrópicos

 

Na tarde desta quarta-feira, dia 4, o senador Dalirio Beber (PSDB-SC), acompanhado do presidente da Federação das Santas Casas, Hospitais e Entidades Filantrópicas do Estado de Santa Catarina – FEHOSC, Hilário Dalmann, e do presidente da Confederação Nacional de Saúde – CNS,  Tércio Kasten, esteve na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, representado pelo chefe de departamento de Relações com o Governo, Luiz Antonio Rodrigues Elias e pelo diretor do banco, José Henrique Paim.

“Intercedi junto aos BNDES para promover o apelo das entidades que querem uma linha financiamento para os atender emergencialmente. Os hospitais filantrópicos, principalmente em Santa Catarina, são importantes e fundamentais para o atendimento no serviço público de saúde. Esperamos que o BNDES possa vir ao encontro deste desespero que vivem hoje essas instituições, responsáveis pelo acesso do cidadão ao SUS”, disse o senador.

A rede privada e filantrópica em Santa Catarina é responsável pelo atendimento de 77% dos usuários do SUS, mas não tem recebido o reconhecimento devido. Além da histórica defasagem da tabela do SUS, os gestores enfrentam quatro meses de atraso no repasse dos pagamentos por parte do governo do estado. A cada 100 reais aplicados pelos hospitais, o Sistema Único de Saúde só repassa 60 reais.

O presidente da FEHOSC, Hilário Dalmann, lembrou ainda que os hospitais enfrentam uma dívida que ultrapassa os 100 milhões de reais em SC, por isso uma das reinvindicações é para que o governo institua o programa Juro Zero a exemplo do que acontece com as prefeituras. “Se nada for feito, muitos hospitais irão fechar”, desabafou.

“Precisamos encontrar saídas num curto espaço de tempo para que a população, principalmente a que depende dos pequenos hospitais não seja penalizada”, acrescentou o presidente da FEHOESC, Tércio Kasten.

O BNDES reconheceu a importância do papel dos hospitais filantrópicos, se mostrou sensível as demandas das entidades, e propôs uma reunião com o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul – BRDE, que deve ser agendada com o presidente do BNDES, no Rio de Janeiro, ainda neste mês de maio.

“A reunião foi positiva e esperamos que essa parceria entre BNDES e BRDE se concretize, e que efetivamente diminua a burocracia e os juros para os futuros financiamentos para hospitais filantrópicos, com um tratamento diferenciado para estas entidades, que mesmo na crise, não deixam de atender a população. Se fosse qualquer outro setor da economia, já teria falido”, concluiu o senador.

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